5 minutos de leituraVocê se considera uma fraude?

Você já ouviu falar na Síndrome do Impostor

ou Síndrome da Fraude?

Você se acha uma fraude? Considera que não pertence ao lugar que ocupa? Percebe suas qualificações como sendo insignificantes quando comparadas com as de seus colegas?

Acredite: Até Michelle Obama, ex primeira-dama dos Estados Unidos, passou por isso.

“Entrar em uma faculdade de elite, quando o seu orientador vocacional no colégio disse que você não era boa o suficiente, quando a sociedade vê crianças negras ou de comunidades rurais como ‘não pertencentes’… Eu, e muitas outras crianças como eu, entramos ali carregando um estigma”, disse a ex-primeira-dama dos Estados Unidos Michelle Obama em visita ao Reino Unido em 2018.

 

“Hoje em dia, crianças mais jovens chamam isso de Síndrome de Impostor. Sentem que não cabem ali, não pertencem. Eu tive de trabalhar duro para superar aquela pergunta que (ainda) faço a mim mesma: ‘eu sou boa o suficiente?’. É uma pergunta que me persegue por grande parte da minha vida. Estou à altura disso tudo?”

 

“(A síndrome) influenciava meu comportamento, meus conceitos a respeito de mim mesma e, mais importante, minha autoconfiança.”

 

(clique aqui e acesse a matéria completa da BBC)

Arrogância x Autoconfiança

Podemos definir a arrogância como “vender algo que você não é” ou “vender uma capacidade que você não tem”, por outro lado, a autoconfiança prevê um profundo autoconhecimento de suas forças, de seus talentos, daquilo que “sai naturalmente” não necessariamente sem esforço algum, mas porque foi desenvolvido e construído ao longo da sua trajetória de vida.

Indiscutivelmente quanto mais nos aprofundamos em nós, mais possibilidades temos de conhecer nossa luz e nossa sombra. Isso devolve a capacidade de lapidarmos em nós o que pode ser melhor e expandirmos para a forma como lidamos com a nossa vida e com as nossas relações.

 

O que é Síndrome do Impostor ou Síndrome da Fraude?

Mesmo não sendo reconhecida oficialmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a Síndrome do Impostor pode ser definida como “uma crença interior de que você não é bom o suficiente, ou não pertence”, uma desordem de autopercepção.

Nessa desordem, o indivíduo tem como percepção de si mesmo a incompetência ou insuficiência. Com isso, todo o cérebro cria pré-disposição em relação à sensação de incapacidade e demérito. E, dependendo do modelo mental e da forma como cada pessoa pensa, isso pode aumentar ou diminuir essa crença, o que também pode ser reforçado pelo meio em que a pessoa vive ou pelas informações que acessa.

Pois saiba que você não está sozinho.

A Síndrome de Impostor pode afetar qualquer pessoa, que tende a vivenciar sentimentos desse tipo não só no ambiente de trabalho, mas também em outros contextos, como por exemplo, no convívio social.

Para que esse sentimento não se torne uma espécie de “bola de neve” interna e acabe prejudicando sua saúde integral, é fundamental apoio de profissionais habilitados, qualificados e um profundo autoconhecimento.

E aqui vale uma reflexão para tempos de distanciamento social: como andam as suas escolhas? As coisas que decide fazer? As pessoas que te acompanham e te apoiam nessa jornada que é a de vida?

Ampliar seu autoconhecimento requer construir uma trilha, um caminho que considera entender sua biografia, seus medos, suas angústias mas também seus desejos e alegrias.

 

A Sonata Brasil possui muitas ferramentas para te apoiar nesse processo. Nossa metodologia é resultado de mais de 15 anos de pesquisa e reúne o melhor em formação para liderança. Clareza para tomada de decisão, assertividade e estilo de vida em sintonia com os seus propósitos são os ganhos que nossas ferramentas entregam.

 

Aprendendo a Vender

O que a Síndrome do Impostor tem a ver com tudo isso?

O que faz um vendedor? Alguém que vem me empurrar, de maneira insistente, algo que eu não quero e não pedi? Ou seria alguém que tem interesse genuíno em relação às pessoas, suas necessidades e desejos?

Alguém que pode ser considerado “um bom vendedor” busca mais e mais se conhecer e conhecer o que está vendendo, com verdade e muita coerência.

Considerando que estamos vendendo e comprando a todo o momento, não só coisas, mas também ideias, mensagens, pontos de vista, como podemos ousar dizer que “Eu não sei vender”?  Quando afirmamos isso, menosprezamos a nossa capacidade de nos comunicar e nos relacionar com outras pessoas.

Vender está na essência da vida, na essência de qualquer negócio. Não existe negócio que prospere sem capacidade de venda.

Saia dos bastidores e aprenda a ir para a linha de frente.

A prosperidade é resultado do pleno desempenho do indivíduo

A Sonata Brasil desenvolve o líder integralmente considerando as três dimensões:

O eu, a empresa e a sociedade.

A partir da inter-relação funcional entre essas 3 dimensões nasce a prosperidade.

A ausência de autoconhecimento e de olhar com plenitude para as nossas potências pode gerar um efeito contrário. Liderar começa por saber lidar primeiramente com nossas forças e fraquezas interiores. Não se trata de bloquear instintos, mas de saber domá-los.

Conte com a Sonata nessa estrada rumo ao autoconhecimento e ao autodesenvolvimento!

Desenvolver novas formas de ver e de pensar pode ser leve e prazeroso. E é com leveza – e ao mesmo tempo com muita profundidade – que a Sonata Brasil faz isso por meio da arte.

 

CINE IN: ARTE E AUTOCONHECIMENTO

A Sonata Brasil inova no desenvolvimento de lideranças e empreendedores, trazendo a arte como ferramenta no processo educacional.

Para a Sonata, um livro, uma obra de arte pintada ou esculpida ou até mesmo um filme são meios para a aprendizagem transformadora.

Uma das metodologias que utilizamos é o Cine In: arte e autoconhecimento, método que utiliza da análise de filmes para promover um mergulho em quem somos e na vida.

 

Você é nosso convidado a despertar para o sutil por meio do Cine In: arte e autoconhecimento.

Basta de inscrever gratuitamente clicando aqui.

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